'Ay
Caramba!' Yo
me llamo
Filipe Balbi,
um 'cabrón' brasileiro atualmente vivendo na Cidade do
México, numa experiência de
trabalho (representando no México a AIESEC Internacional).
Esse é meu blog, onde conto todas minhas
impressões, aventuras e desventuras na terra dos Aztecas e dos Maias,
da Tequila
e dos mariachis!
Vixe, só falei dos clichês, né? Mas o
México é muito mais que isso... Leia o blog e
descubra o México (através de meus olhos e de
minhas experiências neste país encantador)
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e
por Jota
Schuler, a
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perversa por trás do template deste blog. Valeu, Jota. Sua
tequila tá garantida!
Sexta-feira, Março 02, 2007
Carnaval em Veracruz
No sábado de Carnaval, fui para Veracruz para comemorar o Carnaval ao melhor estilo mexicano. Confesso que não tinha muitas expectativas para a festa – até porque conheço o que é um carnaval de verdade! -, e ir para lá sem esperar muita coisa foi a melhor coisa que poderia ter feito: sendo bem objetivo, o carnaval em Veracruz não é ruim, mas também está longe de ser bom. Bem, para falar a verdade, todo o fim de semana foi um pouco estranho… Saímos de Mexico City no sábado pela manhã para enfrentar 6 horas de viagem até Veracruz. Por sorte fomos de carro (eu, Johanna, Hanna, Oscar e Mário, no carro deste, que, para quem não se lembra, o namorado de Johanna... hehehe...), o que torna a viagem, ainda que longa, muito mais tranquila e agradável (escutando músicas e vendo a paisagem pela janela - no caminho para Veracruz, é possível ver muitos vulcões, e alguns ainda ativos!).
Vulcão Orizaba, no caminho a Veracruz. Ok, essa outra foto não é do mesmo vulcão, é de uma exposição de fotos que eu fui. Mas achei linda e resolvi colocar aqui para ilustrar :)
Chegando à cidade, fomos direto para a casa onde ficariamos. E aí vimos a furada em que tinhamos entrado: a menina que organizou o passeio era uma belga, que mal conhecia Veracruz. Por isso, alugou uma casa horrível e no meio do nada!!!! (isso que dá alugar uma casa sem ver pessoalmente o local). O local onde a casa estava era feio e longe, muito longe!!! Ainda que de táxi custasse pouco (10 reais a viagem até o centro da cidade), em carro tomava como 25 minutos. Em ônibus, então… vixe… Mas o pior era mesmo a casa: disseram que, sim era possível que 20 pessoas dormissem ali, tranquilamente e com conforto. Mas ao chegar, vimos que na casa tinha apenas 2 quartos – e que mal mal caberiam mais que 10 pessoas ali… e já haviam muito mais de 20! (alguns amigos de amigos resolveram aparecer para uma visitinha, e ficaram para o Carnaval :S) Percebendo que não daria para ficar ali, fomos buscar um hotel. E, apesar de a cidade estar cheia em razão da festa, encontramos um hotel em um local perfeito, no centro da cidade e a 5 minutos caminhando do local do desfile. Check in, banho, almoço. E fomos conhecer a cidade. E vimos que era impossível conhecer qualquer coisa, com aquela quantidade de gente nas ruas. Sério, a cidade estava lotada, e mal podíamos caminhar. E fomos para a área portuária, onde aconteceria a festa.
Porto de Veracruz. Farol da cidade.
Na principal avenida, a “Avenida Atlântica” de Veracruz, são montadas arquibancadas para todos assistirem o carnaval. São arquibancadas pequenas, não passam de dois metros de altura, porém se extendem por toda a praia – ou seja, é muuuuito grande. Enquanto o desfile não começa, o espaço fica cheio de pessoas passando de um lado para o outro e de vendedores ambulantes. E quando o desfile está para começar, passa a polícia, abrindo o espaço, empurrando as pessoas com o escudo. Faxinão feito, esperamos o desfile... ... que demorou quatro horas até chegar ao ponto onde estávamos sentados!!! (de tão grande que é o trajeto que têm que percorrer… Eu disse que era enorme, e vocês não acreditaram…) Sério, já estava a ponto de ir embora quando ouvi a música se aproximando. E resolvi ficar um pouco mais, afinal, todos falavam tão bem do desfile, que eu estava no mínimo curioso para ver como seria, e poderia aguentar mais 10 minutos até que começasse.
A polícia passa limpando a galera, mas logo em seguida todos já estão na pista novamente. Na foto da direita, Hanna (a chica checa) sambando no meio da Avenida, junto com a galera que passava desfilando (e o povo que baixou para a pista).
Entre a passagem da polícia e o início do desfile, tudo o que nos restava era esperar. E a única que podíamos fazer era beber. Na foto, tomando Sol, a cerveja patrocinadora oficial do evento (em tamanho especial para o Carnaval, garrafa de 5 litros). E, depois de beber tanto, nem percebe que as dançarinas contratadas pela Sol para animar a festa não são nada gatinhas... :P
Porém, quando o desfile chegou na nossa frente, foi uma supresa enorme. Imagine uma mistura de:
Carnaval do Rio de Janeiro (pela quantidade de pessoas assistindo)
Carnaval de Salvador (pelo tamanho do percurso)
Carnaval de Vitória (pelos carros e fantasias pobres)
Carnaval de Recife (por aqueles bonecões que esqueci o nome :P)
Parada de 07 de Setembro (com bandas marciais e até aquelas meninas que vão na frente, com balizas/bastões)
Canal de televendas (tipo ShopTime)
Baile funk, pela quantidade de gente feia
Fugitivos de um SPA, pela quantidade de gente gorda
e qualquer coisa que seja referência de desorganização para você.
Voilá! Deu para ter uma idéia do que é o Carnaval de Veracruz… Sério… o negócio é uma propaganda gigante, de 3 horas de duração. Os carros alegóricos são, na verdade, carros de publicidade: qualquer empresa que se interessar pode pôr um carro na avenida (pagando o preço por isso, claro). E não há nenhuma coerência com relação a tema…
Bandinha marcial. Balisas gordinhas. Bonecões gigantes do Recife.
Carros alegóricos/publicidade ambulante :)
Comentário a parte: quando eu digo que qualquer um pode pôr o carro na Avenida, eu realmente quero dizer QUALQUER UM MESMO. Havia uns carros muito curiosos. Um era um carro patrocinado pelo VIAGRA... Sim, a pílula azul estava presente no desfile com um carro próprio! Porém, o outro carro era ainda mais esdrúxulo: era um carro alegórico patrocinado por um table-dance (clube de strip-tease) chamado "CLIMAX". E, obviamente, sobre o carro vinham as beldades que trabalham no local. Lógico que foi o carro preferido da cuecada... mas o curioso é que o Carnaval aqui é uma festa bem familiar. Vão crianças pequenas assistir, apesar do horário. E apesar disso, há carros como este (se bem que para nenhum de nós foi um problema :P)
As senhoras que representavam o 'Climax Night Club'
Além de tudo, para mim pareceu horrível quando vi um bando de gente descendo das arquibancadas para ir para o meio da avenida, e “interagir” com os que passavam em desfile. (tinha uma gordinha que estava na passarela e dançava… hum… ‘sensualmente’ [ai…] com praticamente um homem de cada ‘ala’ que passava. E, para finalizar, dava um tapinha na bunda de cada um! Hahahaha!)
A gordinha bailarina (de blusa branca, dançando com os que passavam)
No domingo, a festa continua. As mesmas pessoas, os mesmos grupos, desfilam novamente, com as mesmas fantasias. E a espera é a mesma, looooonga. (obviamente não vimos o desfile do domingo. Nenhum dos dois, porque tem um às 11 da manhã e outro às 5 da tarde… exatamente iguais ao de sábado).
Aliás, Veracruz é a única cidade do México que tem feriado no Carnaval. Aqui, ninguém trabalha na terça-feira de Carnaval (na segunda, sim, tem expediente, afinal, uma cidade não pode parar completamente por 5 dias, que dirá um país intero!… Hum…). Na terça-feira tem mais festa (outro desfile, igual aos demais), e “tudo se acaba na quarta-feira”.
Entonces… Terminando o passeio, no domingo fomos ao Aquário de Veracruz, que todos disseram ser ‘o maior da América Latina’… gente, até o aquário que eu tenho em casa é maior que aquele (e olha que eu nem tenho aquário! Hahaha). Sério, os mexicanos tem um certo complexo de megalomania… Tudo deles é o mais antigo, mais bonito, maior e mais chifranirranim do mundo… Tinha uns peixinhos bonitinhos, alguns brasileiros inclusive, mas estou certo de que em Cancun deve ter um aquário maior que esse.
Depois de comer, tomamos o carro e voltamos para casa, depois de um fim de semana ‘inesquecível’, com o maior carnaval do México…
Ok, talvez esteja pintando uma imagem muito forte, muito drástica… O carnaval de Veracruz é chato, longo e suuuuuuper brega, mas foi divertido, eu confesso. Ri muito com as ‘morangas’ (uma mistura de mocréias com barangas) em roupas super pequenas e de gosto duvidoso (como qualquer roupa de carnaval, em qualquer lugar - inclusive no Brasil). E foi divertido conhecer o carnaval de outro país, até para valorizar mais a festa brasileira.
E eu prometo nunca mais reclamar do Carnaval de Matilde! (para quem não conhece, o lugar onde minha avó mora, e que tem o carnaval mais chato do mundo. Bem, tinha, porque agora ele é apenas o segundo mais chato! Hehehhe)
Veremos... Na segunda estou de volta, e conto tudo para vocês. Feliz Carnaval! Que aproveitem muito aquele que, até agora, é para mim o maior, melhor e mais alegre Carnaval do mundo! (o brasileiro, claro)
Ay
caramba!
Post escrito (en perfecto portuñol) por Filipe at
8:51 PM
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Quarta-feira, Janeiro 10, 2007
Ano Novo em Acapulco!!!!
Uhuuuuuuuuuu!!! Reveillon em Acapulco!!!
Na verdade, verdadeira, não ficamos em Acapulco, Acapulco propriamente dito. Ficamos em ‘Pie de la Cuesta’, uma praia menor – porém, muito mais bonita – a apenas 8km de Acapulco (e a apenas incríveis 15 reais de taxi! Moooooito barato).
Saímos de Mexico City as 2h da manhã da sexta-feira dia 29 e chegamos lá as 8h da matina! E depois de deixar as coisas no hotel, fomos direto para a praia. Meu primeiro contato com o Pacífico, que emoção! :P
A praia onde ficamos; e meu primeiríssimo contato com o Pacífico
O restaurante onde comemos; e a vista do restaurante.
Café da manhã, com Corona e chili. E uma água-de-côco, para matar a saudade :)
A praia era bem bonita e incrivelmente azul. E fazia um dia de muito sol, belíssimo! (finalmente vesti bermudas desde que cheguei aqui! :P)
Depois de ‘desayunar’, fiquei morgando na praia, tomando um sol e mergulhando (doido pra me livrar da catarrada que obstruia meu nariz, depois de uma gripe super forte que tive na semana do Natal). E torrei… no fim do dia, já tava um camarão. E olha que eu me atochei de filtro solar!
Navio encalhado depois de uma tempestade em 2005. Vida difííííícil a nossa em Acapulco...
Depois de um espetacular pôr-do-sol(meu primeiro sob o mar do Pacífico… aliás, a primeira vez que vejo o sol se pôr pelo mar, já que no Brasil o sol nasce no mar e se pôe atrás de uma cortina enorme de concreto, formada pelos edifícios da costa…), jantamos em um restaurante bonitinho que fica na frente do mar – e é do tipo pé na areia. Super legal. E comi peixe! Ah, que saudade que eu tava… :)
Pôr do sol. Dando close, disfarçado de camarão.
No dia seguinte, chegaram os outros que faltavam para comemorar o ano novo. Na sexta eramos apenas 8, mas no sábado já éramos 20.
No sabado a tarde, fizemos um passeio de “lancha” – na verdade era um barco, desses de madeira. Mas foi super legal. Fomos a uma ilha que fica no meio de uma lagoa (enoooooooorme… navegamos como quase 1 hora para chegar até lá!). O lugar é bem bonito, meio deserto, um tipão meio 'Lost'... hehehe... Eu me senti o próprio Jack (se bem que eu estou mais pra Rodrigo Santoro, não? ahhahahahahaha). Lá, tomamos banho de lagoa e descansamos para a noite, que prometia!
Passeio de lancha. Uns chatos fazendo inveja na gente.
Pelicanos! Eram muitos! Encontramos no caminho para a ilha.
A ilha para onde fomos. Praticamente figurantes de 'LOST' :) Aqueles nos esperando são 'Os Outros' :P
Curtindo a ilha.
A noite, fomos a Acapulco. A cidade é bem legal, muito bonita, colorida e com boa infra-estrutura. Ela não tem nem de longe o glamour que os velhos filmes dos anos 60 feitos nessa praia (Elvis Presley era o rei da locação em Acapulco), mas isso não afeta em nada o climão simpático e descolado da cidade.
Depois de muito tempo apagada, fora do roteirão turístico mais descolado, Acapulco ressurgiu. Hoje, é uma praia super movimentada, cheia de turistas e gente jovem. E parece vira o point de todo mundo que é bonito na Cidade do México (e que se escondem de mim, porque até agora, não vi muita gente bonita aqui não… :P)
A noite, em Acapulco, fomos à ‘Paradise’, um ‘antro’ (boite) super legal, vários ambientes. Em cima, era uma pista de dança ao ar livre, com vista para o mar. Abaixo, havia um restaurante, uma área de esportes (bungee-jump) e uma pista de dança in-door (não tão in-door assim: só tinha um teto, e nada de parede; tudo dava vista para o mar), onde ficavam as pessoas que pagavam pelo ‘open-bar’ (a de cima pagava por bebida, a de baixo era tudo liberado… loucura!!!). E logo mais a frente, estava a praia, com espreguiçadeiras para quem quisesse relaxar entre uma música e outra. Logicamente, fomos para a pista de baixo – a do open bar. A entrada, que normalmente custaria 100 reais para homens, saiu por menos de 40 – isso porque causamos um verdadeiro conflito entre dois vendedores de ingressos, que disputaram a venda para nosso grupo, centavo por centavo. Um baixava alguns pesos, o outro fazia uma oferta melhor, seguida de outra oferta mais baixa, do primeiro. Até que um deles chegou ao preço mínimo e o outro desistiu! Hahaha
Entrando na boate, eu jurei que não ia tomar nada (estava tomando remédios, pra uma gripe super forte que tive). Na entrada eu até perguntei se podia pagar menos, já que não ia beber (logicamente que a mulher morreu de rir e disse não).
Porém… como resistir a um open-bar em Acapulco, cheio de tequilas, piñas coladas, margaritas, malibus, 'sex on the beach', 'sex on the shower', 'sex on the desert' (e 'sex on' mais um monte de lugares, cada um mais esquisito que o outro. Tinha até 'sex on my face'!!! Vixe... Mas esse era bom... hehehe...) e mais um monte de outras bebidas super se oferecendo para mim (praticamente dizendo "me toma, me toma, me toma!")? Não tinha como resistir… até porque não tinha refrigerante nem água no bar, então tinha que ser álcool mesmo – até para tomar a dose de remédio da meia noite!
E o negócio subiu forte!!! Foi uma noite louca… Teve reggaeton, salsa, merengue, uns outros tipos de dança que não conheço… e muita música eletrônica/dance. E teve table dance, numa performance já antológica – e realizada por ninguém menos que eu!
Foi uma noite suuuuuuuper divertida! Não bebi muito, de verdade… Devo ter bebido apenas uns 3 drinks, não mais que isso… Mas foi super legal, me diverti pra caramba. Descobri na Alexia uma parceira para loucuras (gente, ela é a mais louca de todas as loucas que eu já conheci na minha vida!!!) e dei origem a uma nova medição de grau de alcoolismo (mais bêbado que Filipe em Acapulco/menos bêbado que Filipe em Acapulco) – apesar de não estar bêbado.
E foi legal também porque agora todas as festas tenho presença super requisitada. Não há mais festa em DF que não conte com minha presença (e quando não vou, todos reclamam, dizendo q a festa está chata – e ligam para mim, implorando para que vá para a festa. E não importa se são 2h da manhã, eles vêm me buscar para ir pra festa! Hahahaha).
A galera, antes de entrar na boite. Eu, no restaurante da boite.
As loucas me atacando! Alexia 'chup-chup'; com Alexia e Yahaira.
Alexia, a mais doida de todas; eu fazendo 'chão-chão-chão' com a Wanda. No dia seguinte, tava todo mundo só no bagaço. Então dormimos até mais tarde, porque a noite era noite de Reveillon!
A noite fomos para Acapulco, em uma praia looooooooonge pra caramba, pagando uma fortuna de taxi, porque disseram que haveria fogos e uma festa muito massa. Sim, havia fogos e sim, havia uma festa. Mas a festa era fechada (para os hóspedes de um hotel 5 estrelas na praia onde fomos) e os fogos foram beeeeeeeeeem michuruca; tipo, mal mal duraram 5 minutos! (ah, Rio de Janeiro…).
Confesso que não foi nada de especial… Na verdade, foi 'riponga' demais pro meu gosto... Imagina, uma pessoa fina como eu, acostumado a frequentar as festas mais chiques da high-society capixaba... hahhahaha...
Mas também eu não tinha muitas expectativas, já que estava morrendo de cansaço pelo dia anterior, a gripe tinha piorado um pouco e eu tinha voltado a tomar remédios, então não ia beber (me fizeram prometer tomar uma taça de champagne na virada do ano… mas… que champagne??? Hahahaha a galera ficou bêbada é com bacardi, não teve nem as borbulhas do champagne… nem o cheirinho :P).
Foi muito mais divertida a ‘viagem’ até a praia (busão lotado, em plena noite de 31 de dezembro!) do que o reveillón em si… Mas foi legal… estava com pessoas muito queridas (como Johy) e bem legais (como os demais), de quem me tornei mais próximo depois do Natal e desses dias loucos em Acapulco...
Bagunça no busão no ano novo. Na praia, recebendo o ano em estilo riponga. Fogos de artifícios - tão rápidos que nem deu tempo de tirar uma foto comigo, só a Johy teve sorte... :[
No dia 01, juntamos todas as tralhas e fomos embora… Foi triste deixar Acapulco… sabia que seria muito ruim sair daquele calor delicioso de 35º e chegar nesse frio horroroso de 5º aqui em Mexico City… Mas tá tranquilo. Muito em breve vou voltar a Acapulco… Bem, assim espero. :)
Todas as fotos de Acapulco (eu disse TODAS, inclusive as 'proibidas'), estão disponíveis no álbum. Para ver, clique aqui.
Ay
caramba!
Post escrito (en perfecto portuñol) por Filipe at
5:48 PM
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Navidad 2006, en Mexico!
Contrariando todas minhas expectativas, meu Natal foi super legal! :)
Como disse num post anterior, estava um pouco triste e ansioso, porque para mim Natal é uma festa para ser celebrada em família – da qual estou um pouco longe - ou de pessoas queridas – que ainda não tinha aqui no México, já que não me sentia próximo o suficiente de nenhum dos trainees para querer muito passar o Natal com eles (exceto Johanna, claro, minha musa :])
Eu e Julia (alemã); Johanna (colombiana) e Ruben (espanhol).
No entanto, foi uma bem especial. Estavamos em 20 pessoas, mais ou menos, quase todos internacionais e sem família aqui no México. Cada um levou para a ceia um prato típico de seu país (e proporcionou que descobrissemos que a batata é um ingrediente típico de todos os países do mundo, porque quase todos fizeram salada de batata – a única coisa que mudava era o nome, pois os ingredientes eram os mesmos! Hahahaha) Os participantes da 'Cena de Navidad del Castillo'
A mesa, com alguns dos pratos.
O 'champagne' (na verdade, Crida Cerezer :P) e o brinde ao Natal.
Eu fiz duas sobremesas. Fiz rabanada (pela primeira vez na minha vida - e foi super fácil. Não lembrava de ter comido aquilo antes, apesar de ser super típico do Natal do Brasil) e uma outra sobremesa chamada Terrini, uma espécie de bolo de sorvete com creme chantily – que ficou suuuuuuuuuuper gostoso e que, graças à receita descoberta no “Terra Culinária” (numa busca super criteriosa, cujos únicos requisitos eram que fosse uma coisa fácil, rápida e barata de fazer :)), me proporcionou o título de “melhor prato do Natal 2006” :P
Uau… quem diria, hein? Para uma pessoa que, até pouco tempo atrás, tinha como únicas experiencias culinárias fritar hamburguer, fazer pipoca no microondas e fazer gelatina, até que foi um resultado muito bom, não? ;)
E ah! Fiz uma descoberta super importante: percebi que o que estraga o Natal é a Simone!Putz… nada como um Natal sem aquelas músicas! (se bem que aqui eles não tem Simone, mas tem o Luiz Miguel, com seu disquinho de Natal… mas até que passa por um Natal, apenas :P)
O que sobrou do terrini (mas só sobrou porque eu escondi :P) e 'Paleta Payaso', uma gostosura feita de marshmelow e muito açúcar! :)
Ay
caramba!
Post escrito (en perfecto portuñol) por Filipe at
10:01 PM
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Sexta-feira, Dezembro 08, 2006
Fotos da festa brasileira
Depois de ler sobre a festinha brasileira organizada há algumas semanas (se não leu, clique aqui para ler), está na hora de ver as fotos (como disse, esqueci de levar minha máquina pra festa, então estava aguardando me enviarem as fotos).
E não. Eu não estava bêbado. Bem... não muito, afinal é impossível não ficar apenas um pouquinho tendo que provar cada caipirinha que fazia. Afinal, tem que ser a quantidade certa de açúcar, né? ;))
hehehehe...
Abaixo, algumas fotos da festa. Mais, acesse o albúm clicando aqui.
Ay
caramba!
Post escrito (en perfecto portuñol) por Filipe at
1:18 AM
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Sexta-feira, Dezembro 01, 2006
Festinha brasileira!
Semana passada eu organizei, junto com Célia (outra brasileira que está aqui no México), uma festa brasileira!
A intenção era conhecer/me apresentar para os trainees (minha) e nos divertirmos (da Celia e minha).
Apenas 15 pessoas tinham confirmado que iam, e eu jurava que ia ser um fiasco... Até 2 horas depois do horário marcado para começar (marcamos pra começar as 7h :P), apenas umas 10 pessoas tinham chegado - e 4 deles moravam no local onde foi a festa. Porém, aos poucos, o povo foi chegando... e a festa foi bombando!
Putz... a festa foi um SUPER SUCESSO!!! No total, foram como umas 80 pessoas!
Tinha caldinho de feijão preto (a intenção era fazer feijoada, mas onde encontrar carne seca aqui? E como dizer 'paio' em espanhol??? :P), caipirinha(obrigado, Erika!, por ceder sua garrafa de cachaça), brigadeiro e muita música brasileira. Tinha funk (Bonde do Tigrão!), pop/rock (Luka, Skank, Jota Quest), MPB (Tribalistas) e até axé! O povo se amarrou em dançar "É o Tchan" (Tchan no Havai, Loira do Tchan) e Asa de Águia (Manivela).
Depois, surgiram mais 3 garrafas de cachaça (um mexicano que tinha ido a trabalho pro Brasil há poucos meses e gentilmente 'cedeu' as garrafas para a festa, em troca de eu o ensinar a fazer caipirinha e fazer outra festa, em outro dia :P)
E a festa, que estava prevista para terminar à meia-noite, só foi acabar por volta das 6h da manhã. E uns guerreiros emendaram com um after-party numa boate... Eita, energia!
Os comentários foram super positivos, o pessoal gostou muito da festa.
Acho que comecei com pé direito minha carreira de promoter internacional. (hahaha)
Ay
caramba!
Post escrito (en perfecto portuñol) por Filipe at
8:29 PM
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Segunda-feira, Julho 24, 2006
The Brazilian Dinner
On July 22nd, the Latin members of AI and the SSGN Board 06-07 hosted a really cool “Brazilian Dinner”, in the same evening of the World Cup match Brazil vs Japan. It was supposed to be a Latin dinner, but in the end it was more Brazilian than Latin. Honestly, it was really funny! We cooked a pretty fake feijoada, with canned beans and smoked sausage (linguiça defumada). And to buy those things in Rotterdam was quite easy. We found everything we needed, including the spices! But in the other hand we offered as well an awesome caipirinha – a real caipirinha, made with real cachaça! -, so it was fine. And for dessert, brigadeiro (it was delicious!)
Around 40 guests went to ourdinner to eat the Brazilian food and watch the match. Majority of both AI teams were there - even the ones that were supporting Japan :)
Here are some pics of the Brazilian evening:
Cooking the "Feijoada"
The indian guy (Abhinav) and the colombian (Ori)and canadian (Araz) girls preparing the "Caipirinha" The meal (Feijoada), the drinks (caipirinha) and the dessert (brigadeiros) A toast before our guests' arrival! The match!